quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Soneto Erótico

15 anos eu passara os primeiros da vida
Sem ter sabido nunca o que era esse furor
Em que a dança do cu deixa na alma um torpor
Após a ância viril na cona ser remida

Não que a morte tão doce, tão apetecida
Não me impelisse um forte e juvenil ardor
Mas o membro que eu tinha, embora lutador
Não chegava a deixar a dama bem servida

Trabalho desde então com pertinácia rara
Por compensar a perda e o tempo que não para
Pois o sol no poente ameaça os meus dias

Oh Deus venho rogar-te meu zelo ajudai
Para tão doce agir meus anos alongai
Ou devolvei-me o tempo em que ainda eu não fodia


Nem sei de quem é essa pornografia toda porque quem me passou isso foi a *******. Ela que tem a mente impura e só pensa em sacanagem.
Eu so um ser puro.

6 comentários:

Flávia disse...

Puríssimo...
Poema tosco hauihaiuahuia
Morri de rir!
Blog bacana!!!
Bju
Batata

Anônimo disse...

Aahuahauhauhauahuhauahau...."Ou devolvei-me o tempo em que ainda eu não fodia"?!!!...

Anônimo disse...

Curte só como podemos ser bem mais "elegantes"!

Delírio

Nua, mas para o amor não cabe o pejo
Na minha a sua boca eu comprimia.
E, em frêmitos carnais, ela dizia:
– Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo!

Na inconsciência bruta do meu desejo
Fremente, a minha boca obedecia,
E os seus seios, tão rígidos mordia,
Fazendo-a arrepiar em doce arpejo.

Em suspiros de gozos infinitos
Disse-me ela, ainda quase em grito:
– Mais abaixo, meu bem! – num frenesi.

No seu ventre pousei a minha boca,
– Mais abaixo, meu bem! – disse ela, louca,
Moralistas, perdoai! Obedeci....

Olavo Bilac

Anônimo disse...

não entendi esse post...

Anônimo disse...

Ele chupou ela cara...

Morceguet disse...

o vinicius so se faz do besta.
esse ai eh picareta.