15 anos eu passara os primeiros da vida
Sem ter sabido nunca o que era esse furor
Em que a dança do cu deixa na alma um torpor
Após a ância viril na cona ser remida
Não que a morte tão doce, tão apetecida
Não me impelisse um forte e juvenil ardor
Mas o membro que eu tinha, embora lutador
Não chegava a deixar a dama bem servida
Trabalho desde então com pertinácia rara
Por compensar a perda e o tempo que não para
Pois o sol no poente ameaça os meus dias
Oh Deus venho rogar-te meu zelo ajudai
Para tão doce agir meus anos alongai
Ou devolvei-me o tempo em que ainda eu não fodia
Nem sei de quem é essa pornografia toda porque quem me passou isso foi a *******. Ela que tem a mente impura e só pensa em sacanagem.
Eu so um ser puro.
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Soneto Erótico
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6 comentários:
Puríssimo...
Poema tosco hauihaiuahuia
Morri de rir!
Blog bacana!!!
Bju
Batata
Aahuahauhauhauahuhauahau...."Ou devolvei-me o tempo em que ainda eu não fodia"?!!!...
Curte só como podemos ser bem mais "elegantes"!
Delírio
Nua, mas para o amor não cabe o pejo
Na minha a sua boca eu comprimia.
E, em frêmitos carnais, ela dizia:
– Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo!
Na inconsciência bruta do meu desejo
Fremente, a minha boca obedecia,
E os seus seios, tão rígidos mordia,
Fazendo-a arrepiar em doce arpejo.
Em suspiros de gozos infinitos
Disse-me ela, ainda quase em grito:
– Mais abaixo, meu bem! – num frenesi.
No seu ventre pousei a minha boca,
– Mais abaixo, meu bem! – disse ela, louca,
Moralistas, perdoai! Obedeci....
Olavo Bilac
não entendi esse post...
Ele chupou ela cara...
o vinicius so se faz do besta.
esse ai eh picareta.
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